sábado, 3 de setembro de 2011

Decepção




Muitas vezes nos deparamos com "ela".  As pessoas não fazem o que dizem, mentem ou omitem, não aparecem quando dizem, não retornam as ligações, não respondem quando mais precisamos, servem-se de nós como se fossemos os "bobos da corte", aproveitam-se da nossa boa vontade ,enfim, é interminável o número de acontecimentos que nos fazem sentir decepcionados.
A questão é saber como nos defender? Como não sentir que às vezes o céu parece desabar em cima das nossas cabeças e não sentir aquele nó na garganta que nos faz custar a engolir, que nos tira o sono e nos faz sentir miseravelmente infelizes?
A solução? Não sei, começar por pensar que a culpa não é nossa, que não é nossa responsabilidade, ou que está fora do nosso controle? Ajudará a pensar que "É A VIDA!" ou  "QUE FOMOS FEITOS PARA SERMOS FELIZES e QUE NÃO SOMOS O "SUPERHOMEM" e rirmo-nos disso? 

Desabafo:

Para já preciso de implorar: CHEGA DE DECEPÇÕES! Sinto-me tão machucada, que me doem a nuca, a boca, os tornozelos e parece que fui chicoteada nos rins.







3 comentários:

Dulce Braga disse...

"Nós os humanos temos uma capacidade maravilhosa e ao mesmo tempo horrível de sofrer pelo que não vale a pena! Que neura!!"...pois é Anna, quero ficar feliz por ti, ao perceber que este post é posterior ao que agora comento e não na ordem que leio neste teu cantinho delicioso.
Amiga, tomar atitudes pelo que NOS fizer bem é uma prática dificilima, principalmente para nós mulheres, mas de resultados fantásticos no campo das decepções.
Só há decepção quando fazemos mais pelo retorno do que pela prazer de nossa própria ação. Além do mais esperar retorno é viver o futuro e deixamos passar o aqui e agora, a nossa unica certeza!
Tenta...juro que vale a pena!
Beijocas

anna disse...

Querida Dulce,

Acredito em tudo o que dizes :)
Beijinhos

Madalena disse...

A Dulce disse-te coisas tão certas que nem me atrevo a acrescentar seja o que for! Certo também é que ninguém passa pelos dias da vida sem conhecer a decepção, a desilusão.... Beijinho, Ana!